Ipsos 2: golpe e Lava Jato destruíram o PSDB | Brasil 24/7


Embora o PSDB ainda não tenha sido formalmente atingido pela Lava Jato, a descoberta de que seus principais nomes se beneficiaram dos esquemas da Odebrecht e de outras empreiteiras destruíram a imagem de seus três principais presidenciáveis; de acordo com a pesquisa Ipsos, divulgada nesta quinta-feira, Aécio Neves, o “Mineirinho”, José Serra, o “Careca”, e Geraldo Alckmin, o “Santo”, estão entre os três políticos mais impopulares do País, com desaprovações de 74%, 70% e 67%; articulador do golpe, Aécio foi denunciado por propinas em Furnas e na Cidade Administrativa, além de caixa dois e pedido de R$ 50 milhões em Cingapura; José Serra foi acusado de receber R$ 23 milhões na Suíça e Geraldo Alckmin de receber recursos não declarados por meio do cunhado; dos tucanos, o menos pior, é João Doria, com 45% de desaprovação
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O Xadrez da Lava Jato com a morte de Teori | GGN


Figura curiosa, a do Ministro Teori Zavascki.

No cargo, personificou a figura do magistrado, com as virtudes públicas da discrição, da firmeza, em tempos em que Ministros passaram a se comportar como celebridades e figuras públicas se confundem com perfis de Facebook e, para se tornar presidenciável basta cometer frases como “não se mude do Brasil, mas mude o Brasil”.

Em um país em que a única forma de julgamento é midiático, Teori foi discreto ao extremo, no trabalho e na vida pessoal. Tanto que passou a ideia de um ser sisudo e, pelos depoimentos de amigos e parentes, aparece o cidadão bem-humorado, com a ironia fina e o afeto discreto dos tímidos, que cativou de Gilmar Mendes a Eugênio Aragão, de Dilma e Lula a Joaquim Barbosa.

Era capaz de transmitir gentileza nos menores gestos. E de não ceder um milímetro ao deslumbramento que acometeu muitos de seus colegas, dos jovens aos decanos imaturos.

Foi a peça central da Lava Jato, a segurança técnica, a maturidade, contrapon
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A Lava Jato e os cônsules dos EUA no Brasil, por Jeferson Miola | GGN


Nos últimos dias a imprensa hegemônica do Brasil passou a divulgar as investigações do Departamento de Justiça dos EUA sobre a corrupção na Petrobrás. O que era apenas uma suspeita dos advogados do ex-presidente Lula, se confirmou como realidade cristalina.

Agora é possível entender porque Moro, muito zelosamente, sempre censurou as perguntas feitas pela defesa de Lula a delatores e testemunhas de acusação sobre a assinatura de acordos de colaboração com autoridades policiais e judiciais norte-americanas.

Com a mesma arbitrariedade com que livrou Temer das perguntas incriminadoras do Eduardo Cunha, Moro anulou todos os questionamentos formulados pela defesa do ex-presidente a respeito desses acordos [clandestinos] envolvendo funcionários de empreiteiras e da Petrobrás com o Departamento de Justiça dos EUA, com a interveniência da força-tarefa da Lava Jato.

Moro, que se notabiliza não como juiz, mas como acusador obsessivo-compulsivo com a condenação do Lula, em determinada aud
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